terça-feira, 9 de outubro de 2012

Política & Crença

É lamentável, mas, em anos eletivos, muitas igrejas se corrompem, perdendo de vista os seus objetivos primeiros: Servir a Deus! E deixa-se levar pela política, envolvendo-se e comprometendo-se vergonhosamente. São pastores e líderes  que literalmente “vendem” o direito do cidadão por migalhas e alguns levam homens sem caráter aos seus púlpitos, para que exponham suas propostas de “governo” mentirosas e enganadoras, com fim apenas eleitoreiro.
O homem que vive segundo o coração de Deus, jamais deve aproveitar-se dos políticos e numa troca, receber qualquer beneficio pelo seu voto. Na Bíblia encontra-se vários servos que exerceram cargos públicos (Davi, Salomão, etc.). Mas, para cada situação, a vontade “literal” de Deus deve vir em primeiro lugar. É preciso que o Senhor seja consultado e obedecido.
Político no Brasil está associado às pessoas que não agem de boa fé. É triste, vermos como tratam o dinheiro público, as muitas notícias de desvios de verbas, veiculadas na mídia são assustadoras.
 
O homem que conhece a Deus deve ser diferente, pagar o preço de ser um político que saiba honrar o compromisso com o Salvador e viver em honestidade.
A posição da igreja deve ser de total independência em relação aos políticos. Devem ser encarados como líderes políticos, jamais, como líderes da igreja do Senhor. É impossível que haja vitórias e o mover soberano do Espírito Santo numa igreja, na qual, a política está infiltrada.
O problema de muitos evangélicos que se envolvem com a política, não está no grau de corrupção ou degradação em que o ambiente se encontra, mas sim no comprometimento que eles tem com o seu Deus. Caso contrário, não poderíamos ter cristãos autênticos como advogados, policiais, empresários, fiscais, despachantes, vendedores, etc.

A igreja não pode estar a serviço da política, mas sim, a serviço de Deus. Deve ser a portadora da Boa Nova, porém, não discriminar os cristão segundo suas ideologias políticas partidárias.

O homem independente de sua espiritualidade, caso tenha a vocação para a política, assim se conduzirá, porém, quando ele tem uma experiência de Deus em sua vida certamente, atingindo o poder não se perderá, pois onde possa estar será sempre um instrumento de Deus para a humanidade, desta forma sua prestação de contas política será não para o homem, mas para Deus.

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